Fomos conhecer melhor como funciona o Departamento Industrial da marca. A exigência na qualidade e o foco no cliente são as prioridades dos profissionais

Departamento Industrial da Eurofred Portugal: o cliente em primeiro lugar

Reportagem: Ana Clara | Jornalista e Diretora04/02/2020

David Madeira e Sérgio Pereira integram o Departamento Industrial da Eurofred Portugal, marca que comercializa equipamentos para diferentes setores, desde a climatização doméstica, comercial e industrial e Horeca. Produtos que se distinguem no mercado pela alta eficiência energética e com o objetivo final de qualidade e garantia de um cliente satisfeito.

Sérgio Pereira (à esquerda) e David Madeira (à direita)

Sérgio Pereira (à esquerda) e David Madeira (à direita).

David Madeira está no Departamento Industrial da Eurofred há quatro anos e começa por dizer que a marca “fornece bastante equipamento, com uma enorme diversidade na escolha do cliente e que tem sido ampliada, como é o caso das marcas Clint e da Fujitsu”.

“Estas duas marcas têm alargado muito a gama industrial, já que a parte doméstica acaba por estar mais restrita. Daí a necessidade também internamente da Formação e da própria cultura da empresa se adaptar à evolução do mercado. Nos últimos anos temos alargado o espectro comercial das gamas e tentamos ir a mais sítios”, explica David Madeira.

Já Sérgio Pereira chegou à Eurofred há pouco mais de dois anos, com o objetivo de “dar um suporte mais técnico na gama industrial”. Realça que “este departamento obriga a ter um pouco mais de dedicação, tendo em conta que a Eurofred tem um conjunto muito vasto de equipamentos e de soluções”. Sérgio Pereira diz, por isso, que “há sempre a necessidade de estarmos constantemente a atualizar-nos, face à gama que a Eurofred inclui, mas ao mesmo tempo permite-nos encontrar a melhor solução em qualquer um dos casos. E aquilo que à primeira vista poderia ser uma dificuldade, não o é, é uma mais valia que nós conseguimos dar aos nossos clientes e ao mercado”, salienta o responsável.

David Madeira corrobora as palavras do colega, vincando que “tentamos ser uma mais-valia em soluções. Onde nos sentimos mais à vontade é a participar na solução, tanto em projeto como com o instalador, com vertentes parecidas e complexidades diferentes, ou seja, o projetista precisa de mais dados para validar o projeto, na parte de eficiência energética, logística associada aos equipamento, etc.”.

E sublinha: “daí as várias soluções adequarem-se. Em termos de marcas, com a Clint, por exemplo, temos bastante stock de equipamento e uma aceitação boa no mercado”. David Madeira realça que a Clint “tem desenvolvido um bom portfólio de produtos e nota-se cada vez mais um crescimento na procura das soluções da marca, já que começámos com os pequenos, para ter mais rotação, e agora já estamos a entrar em projeto de maior dimensão”.

Ainda relativamente à Clint, Sérgio Pereira destaca uma obra de referência que a Eurofred teve para a indústria, uma multinacional na região do Porto na área dos moldes, em que a “abordagem solicitada era numa perspetiva de eficiência energética”. “Foi-nos solicitado, em primeiro lugar, um chiller para produzir água para processo, para arrefecimento de moldes, no caso, tendo em conta uma eficiência energética de topo, muito acima da eficiência que a fábrica tinha até então e também com um patamar acima do que estava a ser fornecido pelo mercado”, explica, acrescentando que numa segunda fase foi implementada a tecnologia de parafuso, “numa solução – de gases fluorados – com um GWP abaixo do tradicional 134A, mas que não fosse inflamável”.

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Sérgio Pereira refere que a Eurofred, neste projeto, forneceu, pois, “uma eficiência energética muito acima do normal e com um fluido frigorígeno – 513 A – que colocou esta indústria como detentora da primeira máquina em Portugal fornecida com aquele tipo de fluido”. “Isto permitiu reduzir brutalmente o consumo energético da fábrica, sendo que o chiller está constantemente a trabalhar e, depois, a nível do fluido permitiu reduzir o número de inspeções e fugas que o departamento estava a ter”.

Sobre a ligação da Eurofred com as Universidades e o mercado de trabalho propriamente dito, David Madeira considera que “é fundamental manter e reforçar essa dinâmica” porque “é essencial que os jovens que estão agora a estudar, possam ter cada vez mais contacto com o meio empresarial”.

Sérgio Pereira concorda com David, lembrando que “temos vindo a acompanhar de perto a vida académica e temos em vista melhorar e incrementar esta proximidade. Queremos partilhar aquilo que é a nossa experiência a nível de equipamentos e soluções, e ajudar a criar uma imagem do que é o mercado de trabalho, associadas também a tecnologias inovadoras”.

Por fim, são unânimes sobre a forma como o Departamento Industrial encara o futuro. David Madeira olha para 2020 de forma “positiva”. Considera que “o projeto não é uma garantia, mas sim uma confiança em que o parceiro viu mais-valias no produto”. “Vive-se uma tranquilidade de equipamento. Dizemos muitas vezes ‘não’ a soluções, porque preferimos não ter problemas a ter uma venda”, vinca. David assegura também que “o cliente que nos dê o privilégio de trabalhar com ele vai saber que se sente apoiado e que não vai ficar sozinho em alguma situação atípica, coisa que sabemos, acontece noutros casos, com outras marcas”.

Sérgio Pereira conclui dizendo que “o que nos distingue é a questão da proximidade, todos os departamentos da Eurofred se focam no cliente”. “O que queremos, enquanto marca, é aproximarmo-nos dos clientes, sejam grandes ou pequenos. E damos a garantia que conseguimos resolver qualquer situação anómala quando trabalham connosco. Estamos desde a primeira fase de conceção até à fase final de arranque (que é feita pelos nossos técnicos), de forma a garantir sempre a fiabilidade e a satisfação do cliente”.

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